Um tapa na cara do status Quo!

domingo, 26 de junho de 2011

Pequena nota 2


Olá pessoal, será se sentiram a minha falta?
Hoje eu nem estou a fim de ser rude como de costume. Ando meio cansado até para parecer grosso. Talvez nas férias, com a pilhas recarregadas...quem sabe. Estou de volta para vos dizer quatro avisos: Tive muitos contratempos nos últimos tempos e percebi que neles é que minha inspiração para escrever se nutre, então prefiro exercitar o meu cérebro nesses momentos. Não é que eu não consiga fazer um bom poema quando estou feliz, a questão é que eu ainda não me sinto a vontade para escrever sobre as cores, a alegria de viver, sem que isto pareça extremamente ridículo, entende? Este tabu um dia cairá... ou talvez eu não queira mesmo que ele caia... A segunda coisa é mais a título de informação. A meus fiéis leitores, um pequeno presente: Dois poemas na íntegra, sendo que um é uma singela homenagem a minha amiga Gabi, como havia prometido. Ela tem uma história de vida massa e resolvi retratar um pouco da minha convivência com ela. Espero que ela goste. Se ela não gostar...bem, eu tentei né? paciência....kkkkkk. Tomei as tarjas pretas hoje. Por isso estou tão calmo...hahahaha. O segundo poema entra no terceiro aviso, que visa algo meio ambicioso. Comecei a pensar em fazer isso a uns dias atrás. Vou criar 11 ou 12 poemas conceituais sobre a história de um garoto que não consegue entender o mundo e seus sentimentos para com os outros que o cercam. O primeiro poema inclusive, é uma das minhas poucas tentativas de falar de amor, e ainda assim ficou meio pesado, meio Horror Show...Esse é meu estilo de escrita, espero que vocês compreendam. Quem sabe este não é o início de um futuro álbum solo? hahahaha. Talvez um dia essa profecia se realize. E a quarta novidade diz respeito a volta das resenhas de discos. Até agora só fiz uma de um álbum do Social Distortion. Quando minhas férias começarem, prometo que volto ao projeto.
Bem, por enquanto é isso. 

Aproveitem bastante.

domingo, 15 de maio de 2011

Atormentar

Tenho sombras em minha cabeça
Pérolas que tu tanto almeja
E mesmo que eu enfraqueça
Você não terá o melhor de mim como deseja!
A resistência está está em todo lugar
Até quando estou a te cumprimentar
Será se você sabe onde pode pisar?
Eu vou te atormentar!!
O que...Já quer ir?
Não...Não sairá daqui!
Você vai cair aqui...
Não sou rato de fortaleza
Nem experiência em sua mesa
Sou a praga que traz a certeza:
Conspiram contra Vossa Realeza!
Eu quero te ver vivo para te julgar
Ser o crônico remorso a te atormentar
E na crise da memória, fazer você lembrar
Que sou o grito insolente!
O medo crescente...
Sempre a  atormentar...
O que...Já pensa em ir?
Não...Não sairá daqui!
Você vai cair aqui...

sábado, 23 de abril de 2011

Soldado Solitário


Não abra a porta do quarto
Talvez você enlouqueça
Pois saberá de fato
Que nunca usou sua cabeça
É tenro como um urso
Tão caustico quanto ácido
Não tolera abuso
Nem papel de vencido!
Soldado Solitário
Já fez a sua escolha?
Você é a façanha
Contra o vizinho canalha!
Amigo Solitário
O que me diz das pessoas?
São como a pior piada
De alguma mente tola?
Tem na têmpora rude
A sutil gentileza
De alguém que não se ilude
Com a mais sublime beleza
É a ironia no discurso
O rouco da garganta
O desajuste ao culto
Que impõe e encanta
Soldado Solitário
Aponte outra falha
Você é a investida
Pelo direito de pensar!
Amigo Solitário
O que me diz das pessoas?
São como ciladas
de alguma mente a toa?
Rompendo os laços
Vínculos são amarras...
Apenas mais corda para se enforcar!
Soldado Solitário
Já fez a sua escolha?
Você é a façanha
Contra o vizinho canalha!
Amigo Solitário
O que me diz das pessoas?
São como a pior piada
De alguma mente tola?




É melhor marchar só...


Minha homenagem a um amigo de longa data! agosto! Sucesso velho!

Autonomia



Eu sonhei que hoje eu iria estar só
E reduziria os meus medos a pó
Institucionalizaram minha opinião
E nem entendem o que está em questão
A audácia para responder
Sem disciplina pra fazer e acontecer
Errar, e com isso crescer
Raciocinar sem o seu clichê
Escute eu quebrar meus ossos
me sacudindo por autonomia
Eu sei que posso!
Veja eu vazar meus olhos
Inúteis em sua tirania
Eu faço do meu modo...BASTA!
Hoje as famílias tem o mesmo fim
Vão ignorando o que é melhor pra si
Eu sei que é até boa a intenção
Mas não se pode ignorar essa tensão
Vai ser um bom menino?
E entregar o seu destino?
Tão jovem para sorrir
Mas bem velho para fingir!
Veja eu perder meus braços
Me debatendo por autonomia!
Eu vou lá e faço!
Veja eu encarar os fatos
Sem a sua tola covardia!
Eu sou o desacato!



domingo, 17 de abril de 2011

Resigno


No sábado atravessado
É claustrofóbico o retardo
Ter na dimensão de um legado
A proteção de um ferido...
Encontro nesses pudores
Os piores odores
É a personalidade de uniforme
No seu domínio
Estou preso a clichês
Mas não me resigno
A seus porquês...
No corredor Polonês
O carcereiro é Francês
É como se estivesse sob custódia
E a sua mercê...
Sou a direção oposta
A zebra das apostas...mas...
Meu semblante não supõe derrota!
No seu domínio
Estou preso a clichês
Mas não me resigno
A seus porquês...
Certifique que sou intelectual!!
E que eu não tenha nenhuma objeção habitual!!
No seu domínio
Eu terei a minha vez!
Eu não me resigno
As escolhas que você fez!

sábado, 2 de abril de 2011

Respeite-me


Respeite-me
Porque é a mim que tu fere?
Respeite-me
E que o diabo te carregue!
Feche essa boca imunda!
Que tenha uma chaga profunda!
O ódio que me afunda
Rói a tudo que em ti fecunda!
Respeite-me
Sou a doença que oferece...
Respeite-me
O sono de quem padece
É tão bom te ver mal!
Poder dormir em seu caos!
Brandir a arma letal
E acordar em seu funeral!
Vou espalhar calúnias
E fingir boas vindas
Rir da sua tortura
Alegria desmedida!
Respeite-me
Porque tu me persegue?
Respeite-me
E no fim, o que consegue?
Não sei como não percebe
Que nada acontece
Vai seguindo o eclipse...
Tão cego que se perde...

Respeite-me!
Deixe-me!



Um poema horror show...kkkkkkkk Até mais.

sábado, 5 de março de 2011

A Torto e a Direito



Anéis pelos dedos
Desfere os seus credos
Como se fossem os feitos
Do arquiteto do universo
Me fala de sua cartilha
Tão ingênua quanto uma guerrilha
Mas é a mim que apedrejam
Por pensar o inverso...
Novo Tempo? Nova Era?
Um monólogo é o que chamas de pleito?
Bons ventos? Boas novas?
O certo  é o que pregas a torto e a direito!
É um desfile de bons modos
E ilógicas retóricas
Mas não espere apologia
A sua vida de remorso
Mesmo que compre essa briga
E minha escolha seja vã
Sua teoria apenas me obriga
A te queimar em seu divã...
Novo Tempo? Nova Era?
Um monólogo é o que chamas de pleito?
Bons ventos? Boas novas?
O certo  é o que pregas a torto e a direito!




Nota: A demora nas poesias se deu por problemas pessoais. Aos poucos estarei postando mais coisas por aqui. Mas o que vc tem haver com isso não é? Até breve.